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CAPÍTULO XI
Resumo.- O programa da nova constituição.
Alguns pormenores sobre o golpe
de Estado proposto. Os cristãos são
carneiros.
A franco-maçonaria secreta e suas lojas de "fachada"
O CONSELHO de Estado será preposto a sublinhar
o poder do governo; sob a aparência dum corpo legislativo, será,
na realidade, uma comissão de redação das leis e
decretos do governante.
Eis aqui o programa da nova constituição que elaboramos.
Criaremos a lei, o direito e o tribunal: 1)sob a forma de propostas
ao corpo legislativo; 2) por decretos do presidente sob a forma
de ordens gerais, por atos do Senado e decisões do Conselho
de Estado, sob a forma de ordens ministeriais; 3) no caso em que
seja oportuno, sob a forma de golpe de Estado.Agora que, aproximadamente,
estabelecemos esse modus agendi, ocupemo-nos das medidas que nos
servirão para rematar a transformação do Estado
no sentido que já expusemos. Refiro-me à liberdade de imprensa,
ao direito de associação, à liberdade de consciência, ao
princípio eletivo e a muitas outras coisas que deverão
desaparecer do repertório ou serem radicalmente mudadas,
quando for proclamada a nova constituição. Somente nesse
momento ser-nos-á possível publicar ao mesmo tempo
todas as nossas ordens. Em seguida, toda mudança sensível
será perigosa e eis porque: se essa mudança se operar num
sentido de rigorosa severidade, pode desencadear o desespero provocado
pelo receio de novas modificações do mesmo teor; se pelo
contrário, se operar no sentido de complacências ulteriores,
dir-se-á que reconhecemos nossos erros e isto empanará
a auréola de infalibilidade do novo poder ou dirão que
tivemos medo e fomos obrigados a concessões que ninguém
nos agradecerá, porque as julgarão devidas... Num
e noutro caso, ficaria prejudicado o prestígio da nova
constituição. Queremos que, no próprio dia de sua
proclamação, quando os povos estiverem mergulhados no terror
e na perplexidade, queremos que nesse momento, reconheçam que
somos tão fortes, tão invulneráveis, tão
poderosos que não fazemos o menor caso deles; que, não
somente não daremos atenção às suas opiniões
e aos seus desejos, mas estaremos prontos e preparados, com indiscutível
autoridade, para reprimir qualquer expressão, qualquer
manifestação desses desejos e opiniões; que nos
apoderamos de uma só vez de tudo o que precisávamos
e que, em caso algum, partilharemos com eles nosso poder(1)...
Então, fecharão os olhos e esperarão os acontecimentos.
Os cristãos são um rebanho de carneiros e nós
somos os lobos! E bem sabeis o que acontece aos carneiros quando
os lobos penetram no redil!
Fecharão ainda os olhos sobre tudo o mais, porque nós
lhes prometeremos restituir todas as liberdades confiscadas, quando
se aquietarem os inimigos da paz e os partidos forem reduzidos
à impotência.
É inútil dizer que esperarão muito tempo
esse recuo ao passado...
Para que teríamos inventado e inspirado aos cristãos
toda essa política, sem lhes dar os meios de penetrá-la,
para que, senão para alcançar secretamente por não
poder, como raça dispersa, alcançar diretamente? (2) Isso serviu
de base à nossa organização da franco-maçonaria secreta(3),
que ninguém conhece e cujos desígnios não são
sequer suspeitados pelos tolos cristãos, atraídos
por nós ao exército visível das lojas, a fim de
desviar os olhares de seus próprios irmãos.
Deus nos deu, a nós, seu povo eleito, a dispersão(4)
e, nessa fraqueza de nossa raça se encontra a força que nos trouxe
hoje ao limiar do domínio universal.
Resta-nos pouca coisa a edificar sobre esses alicerces
_______________Notas e comentários_______________
(1) Foi o que praticaram na Rússia: apoderaram-se
de tudo e fizeram o que quiseram sem dar satisfações a
ninguém. Segundo documenta Pemjean, no "La Maffia Judeo-Maçonnique",
págs. 227-231, a revolução bolchevista foi comanditada
pelo judeu-norte-americano Jacob Schriff, chefe da firma bancária
Kuhn, Loeb & Co., de Nova York, associado aos banqueiros judeus
Felix Warburg e Otto Kahn. Foi esse mesmo grupo de negocistas
quem levou a presidência da República seu testa de ferro
Hoover, com o fito de estabelecer a moratória do Plano
Young, com o que, através da Alemanha humilhada, o judaísmo
encheu o papo. Cf. Valéry-Radot, "Les temps de la colère", pág.
51. Os judeus Mortimer Schriff, irmão do banqueiro Jacob,
Jeronimo H Hanauer, Guggenheim, Max Braitung e Warburg Stockolm,
da gazeta novayorquina "Foward" ("Avante"), tomaram parte na organização
e financiamento da revolução bolchevista russa por intermédio
do judeu Bronstein que tomou o nome de Trostky.Tudo isso foi revelado
em abril de 1917 pelo judeu Paulo Warbug, despeitado por ter sido
posto fora do Federal Reserve Board. Ele fora amigo íntimo
dos grandes propagandistas do judaísmo: o rabino Magnés
e Jacob Millikow. Gozara da intimidade de Jacob Schriff. Tudo
isso está comprovado por um documento autêntico dos Estados
Maiores Francês e Russo, de 1916, publicado por Léon de Poncins
em "Les forces secrètes de la Révolution", págs. 168-170.
(2) Essa política vem de muito longe, desde
que os próprios cristãos, obedecendo a sugestões,
intrigas e idéias maquiavélicas, quebraram a unidade do seu pensamento
e de sua fé. "Foi o espírito judaico que triunfou
com o protestantismo", afirma o judeu Bernard Lazare, "L'Antisémitisme",
vol I, pág. 225. "O espírito judaico que penetrou
a reforma trabalhou pelos judeus", diz o imparcialíssimo
Georges Batault, "Le problème juif", pág. 188, nota. "O
puritanismo é o judaísmo", diz Werner Sombart, "Die Juden
und das Wirtschaftsleben", cap. XI, pág. 252, Cf. VII,
255.
(3) A loja maçônica dos B'nai-Brith, só de
judeus, por exemplo.
(4) Nessa dispersão, o judeu, para se conservar
puro e unido, criou o ghetto, que os ignorantes atribuem
as perseguições dos cristãos. O imparcialíssimo
Batault, op.cit. , pág.99, afirma:"se os judeus foram encerrados
em bairros especiais, é porque foram os primeiros a desejar
isso, o que seus costumes e convicções exigiam". O judeu
B. Lazare, op. cit. , pág 206, confirma: " Os ghettos que,
muitas vezes, os judeus aceitavam, e mesmo procuravam,
no seu desejo de se separarem do mundo, de viverem à parte, sem
se misturar com as nações, a fim de guardarem a integridade
de suas crenças e de sua raça. Tanto assim que, em muitos países,
os éditos que ordenavam aos judeus de se confinarem em bairros
especiais somente consagravam um estado de coisas já existente."
Basta ver no Rio de Janeiro como os judeus se adensam do Campo
de Sant'Ana ao Mangue, em São Paulo, da Luz ao Bom Retiro,
transformando aqueles trechos das cidades em bairros especiais
judaicos.
A esses bairros especiais nossos antepassados portugueses chamavam
judiaria, mouraria e bandél; os alemães de iudengassen;
os italianos giudecca. A palavra ghetto provém do
hebraico ghet, que quer dizer divórcio, separação.
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Resumo.- Interpretação maçônica da palavra
"liberdade".
Futuro da imprensa no reino dos franco-maçons.
O controle da imprensa.As agências de correspondentes.
Que é o progresso para os franco-maçons?A solidariedade
dos
franco-maçons na imprensa moderna. Excitação
das exigências "sociais"
provinciais. Infalibilidade do novo regime.
DEFINIREMOS da seguinte maneira a palavra "liberdade",
que pode ser interpretada de vários modos:
A liberdade é o direito de fazer o que a lei permite(1).
Tal interpretação da palavra liberdade nos tempos que vão
vir fará com que toda liberdade esteja nas nossas mãos,
porque as leis destruirão ou criarão o que nos for
agradável, segundo o programa que já expusemos.
Com a imprensa, agiremos do seguinte modo. Que papel desempenha
agora a imprensa? Serve para acender as paixões ou conservar
o egoísmo dos partidos. Ela é vã, injusta e mentirosa
e a maioria das pessoas não compreende absolutamente para
que serve(2). Nós lhe poremos sela e fortes rédeas,
fazendo o mesmo com todas as obras impressas, porque de que
serviria nos desembaraçarmos da imprensa, se servíssemos
de alvo à brochura e ao livro? Transformaremos a publicidade,
que hoje nos custa caro, porque nos permite censurar os jornais,
em uma fonte de renda para nosso Estado. Criaremos um imposto
especial sobre a imprensa. Exigiremos uma caução, quando
se fundarem os jornais ou oficinas de impressão. Assim,
nosso governo ficará garantido contra qualquer ataque da
imprensa. Oportunamente, aplicaremos multas sem piedade. Selos,
cauções e multas darão enorme renda ao Estado.
É verdade que os jornais de partido poderiam ficar acima
dos prejuízos em dinheiro; mas os suprimiremos logo ao
segundo ataque. Nninguém tocará impunemente a auréola de
nossa infalibilidade governamental. Pretextaremos, para suprimir
um jornal, que ele agita os espíritos sem motivo e sem
razão. Peço-vos notar que, entre os jornais que nos
atacarem, haverá órgãos criados por nós,
os quais atacarão somente os pontos, cuja modificação
nós desejarmos(3).
Nada será comunicado à sociedade sem nosso controle. Esse
resultado já foi alcançado em nossos dias, porque todas
as notícias são recebidas por diversas agências,
que as centralizam de toda a parte do mundo(4). Essas agências
estarão, então, inteiramente em nossas mãos
e só publicarão o que consentirmos.
Se no momento atual, já soubemos apoderar-nos
dos espíritos das sociedades cristãs de tal modo
que todos olham os
acontecimentos mundiais através dos vidros de cor dos óculos
que lhes pusemos nos olhos, se já, em nenhum Estado, não
há mais fechaduras que nos impeçam o acesso de que os cristãos
tolamente denominam segredos de Estado, o que será quando
formos os donos reconhecidos do universo sob o domínio
de nosso rei universal...?
Quem quer que deseje ser editor, bibliotecário ou impressor,
será obrigado a obter um diploma, o qual, no caso de seu
possuidor se tornar culpado dum malefício qualquer, será
imediatamente confiscado.Com tais medidas, o instrumento do pensamento
se tornará um meio de educação nas mãos de
nosso governo, o qual não permitirá mais as massas
populares divagarem sobre os benefícios do progresso (5).
Quem é que, entre nós, não sabe que esses benefícios
ilusórios levam diretamente a sonhos absurdos? Desses sonhos
se originaram as relações anárquicas dos homens
entre si e com o poder, porque o progresso, ou melhor, a idéia
do progresso foi que deu a idéia de todas as emancipações,
sem fixar os seus limites...(6). Todos aqueles que chamamos liberais
são anarquistas, senão de fato, pelo menos de pensamento.
Cada qual deles busca as ilusões da liberdade e cai na
anarquia, protestando pelo simples prazer de protestar...
Voltemos à imprensa. Nós a gravaremos, como tudo quanto
se imprima, com impostos em selo a tanto por folha ou página,
e com garantias; os volumes de menos de 30 páginas serão
tributados com o dobro. Registrá-los-emos na categoria
das brochuras, primeiro para reduzir o número de revistas,
que são o pior dos venenos, segundo porque essa medida
obrigará os escritores a produzirem obras muito longas,
que serão pouco lidas, sobretudo por causa de seu custo.
Pelo contrário, o que nós editarmos para muitos
espíritos, na tendência que tivermos estabelecido, será
barato e lido por toda a gente. O imposto matará o vão
desejo de escrever e o temor da punição porá os
literatos na nossa dependência.
Se houver quem deseje escrever contra nós, não haverá
ninguém que imprima.Antes de aceitar uma obra para imprimir, o
editor ou impressor consultará as autoridades a fim de
obter a necessária autorização. Deste modo, conheceremos
de antemão as emboscadas que nos armem e as destruiremos,
dando explicações com antecedência sobre o assunto tratado.
A literatura e o jornalismo são as duas
forças educativas mais importantes; por isso, nosso governo será
proprietário da maioria dos jornais. Assim, a influência
perniciosa da imprensa particular será neutralizada e adquiriremos
enorme influência sobre os espíritos. Se autorizarmos dez
jornais, fundaremos logo trinta, e assim por diante.
O público nem desconfiará disso.
Todos os jornais editados por nós terão, aparentemente,
tendências e opiniões as mais opostas, o que despertará
a confiança neles, e atrairá a eles nossos adversários
confiantes, que cairão na armadilha e se tornarão
inofensivos. (7)
Os órgãos de caráter oficial virão
em primeiro plano.Velarão sempre pelos nossos interesses
e por isso sua influência será quase nula.
No segundo plano, virão os oficiosos, cujo papel será
atrair os indiferentes e amorfos.
No terceiro plano, poremos a pretensa oposição. Um órgão
pelo menos deve ser sempre o antípoda de nossas idéias(8).
Nossos adversários tomarão esse falso opositor como
seu aliado e nos mostrarão seu jogo.
Nossos jornais serão de todas as tendências: uns aristocráticos;
outros, republicanos, revolucionários, ou mesmo anarquistas,
enquanto existir a constituição, bem entendido.
Terão, como o deus hindú Vichnú,
cem mãos, cada uma das quais acelerará a mudança
da sociedade(9); essas mãos conduzirão a opinião
no sentido conveniente aos nossos fins, porque um homem muito
agitado perde a faculdade de raciocinar e facilmente se abandona
à sugestão. Os imbecis que pensarem que repetem a opinião
de seu partido repetirão a nossa opinião ou a que
nos convier. Imaginarão que seguem o órgão
de seu partido e seguirão, na realidade, a bandeira que
arvorarmos por ele.
Para dirigir nesse rumo nosso exército de jornalistas,
deveremos organizar essa obra com cuidado muito especial.Sob o
nome de escritório central de imprensa, organizaremos reuniões
literárias, nas quais nossos agentes dirão, sem
que ninguém desconfie, a palavra de ordem e os sinais. Discutindo
e contradizendo nossa iniciativa de modo superficial, sem penetrar
no âmago das questões, nossos órgãos entreterão
vaga polêmica com os jornais oficiais, a fim de nos dar os meios
de nos pronunciarmos mais claramente do que o poderíamos
fazer nas nossas primeiras declarações oficiais.
Esses ataques desempenharão ainda o papel de fazer com
que nossos súditos se julguem garantidos de falar livremente;
isso dará, demais, a nossos agentes motivo para dizerem
e afirmarem que os órgãos que se declaram contra
nós nada mais fazem do que falar a toa, pois que não
podem achar verdadeiras razões para refutar seriamente
nossas medidas.
Tais processos, despercebidos da opinião pública,
porém seguros, certamente atrairão para nós a atenção
e a confiança pública.Graças a eles, excitaremos e acalmaremos,
conforme for preciso, os espíritos, nas questões
políticas, persuadindo-os ou desanimando-os, imprimindo
ora a verdade, ora a mentira, confirmando os fatos, ou contestando,
segundo a impressão que fizerem no público,
apalpando sempre prudentemente o terreno antes de dar um passo...Venceremos
infalivelmente nossos adversários, porque eles não
terão à sua disposição órgãos em que
se possam pronunciar até o fim, devido as medidas a que já
aludimos. Não teremos necessidade de refutá-los
profundamente...
Refutaremos enérgicamente em nossos órgãos
oficiosos os balões de ensaio lançados por nós na
terceira categoria de nossa imprensa, em caso de necessidade.
Já agora, nas formas do jornalismo francês,
pelo menos existe uma solidariedade franco-maçônica. Todos os
órgãos da imprensa estão ligados entre si
pelo segredo profissional; semelhantes aos antigos augures, nenhum
de seus membros revelará o segredo de suas informações,
se não receber ordem para isso. Nenhum jornalista ousará
trair esse segredo, porque nenhum deles será admitido na
órbita da literatura, se não tiver uma mancha em
seu passado; essa mancha seria imediatamente revelada. Enquanto
tais manchas forem conhecidas somente por alguns, a auréola do
jornalista atrairá a opinião da maioria do país
e ele será seguido com entusiasmo. (10).
Nossos cálculos se estendem sobretudo para
a província. É necessário que nela excitemos
esperanças e aspirações opostas às da capital que faremos
passar como espontâneas. é claro que a fonte será sempre
a mesma: elas partirão de nós. Enquanto não
desfrutarmos o poder de modo completo, teremos a necessidade de
envolver as capitais pelas opiniões dos povos da província,
isto é, pelas opiniões da maioria manobrada por nossos
agentes. É necessário que as capitais, no momento
psicológico, não discutam o fato consumado, por
isso é que já foi aceito pela opinião provincial.
Quando entrarmos no novo regime que preparará nosso reinado,
não poderemos tolerar a revelação da desonestidade
pública pela imprensa; será necessário que
se creia que o novo regime satisfez tão bem toda a gente
que os próprios crimes desapareceram... Os casos de manifestação
da criminalidade não deverão ser conhecidos de suas
vítimas e de suas testemunhas acidentais (11).
_______________Notas e comentários_______________
(2) Para mostrar como o judeu manobra a imprensa, corrompe-a e
por meio dela estabelece a confusão, basta o seguinte exemplo:
no dia 14 de abril de 1936, o "Diário da Noite", do Rio
de Janeiro estampou um editorial, "Os judeus no Brasil", elogiando
a ação dos israelitas através de nossa história
e condenando qualquer campanha racista; no dia 16 do mesmo
mês e ano, o "Diário de São Paulo", publicou um
artigo de redação "Campanha Injustificável", abundando
em idênticas considerações afirmando que os judeus são
uma força do progresso nacional e chamando de "abastardamento
espiritual" qualquer campanha contra eles; anteriormente, num
artigo contra o judeu Oscar Flues, o jornalista Oswaldo Chateaubriand,
escrevia as seguintes palavras: "...agradecerá de havermos
feito com esse porco o serviço que a Alemanha racista põe
em prática em relação a tipos dessa ordem, quando
sanea a nação das podridões inevitáveis"...
Ora, o "Diário da Noite" e o "Diário de São
Paulo" pertencem ao mesmo consórcio jornalístico
denominado "Diários Associados", de propriedade do sr.
Assis Chateaubriand, e o sr. Oswaldo Chateaubriand é irmão
do sr. Assis e diretor do "Diário de São Paulo"...
Decifre-se o enigma!
(3) Em outro ponto deste capítulo dos "protocolos",
este pensamento é ainda mais explícito, como veremos.
(4) "La Libre Parole", de Paris, tem denunciado
documentadamente que as agências internacionais como a Havas,
a United Press, etc... estão na mão dos judeus.
(5) Esse desideratum já foi conseguido
na Rússia, onde só o Estado é editor de livros,
revistas, folhetos e jornais.
(6) É o chamado espírito revolucionário.
O judeu encarna-o. Cf. Gougenot des Mosseaux, "Le juif, le judaisme
et la judaisation des peuples chrétiens", pág. 25, : "O
judeu é o preparador, o maquinador, o engenheiro-chefe das revoluções".
B. Lazare, "L'Antisémitisme", vol II, pág. 182 : "A acusação
dos anti-semitas parece fundada: o judeu tem o espírito
revolucionário ; consciente ou não, é um agente
de revolução."
Ed. Laveleye, op. cit., pág.13, introdução: "Foi
da judéia que saiu o fermento da revolução que agita o
mundo".
Kadmi-Cohen, "Nômades", pág.6 : "É (o conceito
semita) quem as provoca (convulsões e revoluções),
as dirige, as alimenta, e as detém... Dia virá em que o
modo de pensar instituído pelo conceito semita triunfará..."
Idem, pág. 58: " O entusiasmo passional negativo dos judeus
os mantém durante dois mil anos em estado de franca rebelião
contra o mundo inteiro." Idem, pág. 61: "Nem o árabe,
nem o hebreu possuem uma palavra para exprimir a idéia de disciplina.
A ausência da palavra no vocabulário prova a ausência da
noção no espírito.".
Eberlin, "Les juifs", pág. 143: "os judeus não puderam
manter seu Estado entre os Estados da Antiguidade e, fatalmente,
se tornaram os fermentos revolucionários do universo".
G. Batault, "Le problème juif", pág. 129: "o judaísmo
é, efetivamente, a encarnação do Espírito de Revolta,
o fermento de destruição e dissolução das sociedades
e das nações" idem, pág. 200: " Dum ponto de vista
elevado, pode-se, com justiça, falar da judaização das
sociedades contemporâneas e da cultura moderna. Estamos dominados
por princípios ético-econômicos saídos do judaísmo,
e o espírito de revolta que agita o mundo o inclinará
ainda a se enterrar mais nesse sentido. "
Cf. ainda Baruch Hagani, escritor judeu e sionista, "Le sionisme
politique", Paris, 1917, págs. 27-28.
Gregos e Troianos, todos estão de acordo
quanto ao espírito revolucionário judaico. Os "Protocolos"
também, pois, são a quintessência do pensamento judaico,
como vamos provando.
(7) Ver a nota 2, com atenção.
(8) Tomai, pois, muita cautela com certos jornais
que se fingem anti-judaicos. Cuidado com o anti-judaísmo
do Sr. Geraldo Rocha, antigo servidor de Israel!
(9) V. o que diz Ford no "O Judeu Internacional"
: "por trás de espetaculares aparências, se oculta um Proteu"...
Tudo isso e o que se segue sobre a imprensa merece ser meditado
e comparado com a realidade. Então se verificarão
coincidências e fatos que se não tinham percebido. Continuando
a observar, verifica-se que tudo obedece a um sistema de articulação
secreto...
(10) Cautela com os antigos sócios ou assalariados
de judeus, que, dizendo-se outrora ignorantes e pecadores e agora
esclarecidos e arrependidos, fazem campanha superficial e de efeito
contra Israel... Quem andou de grilheta sempre arrasta a perna...
Lembrai-vos dos inúmeros braços do Vichnú dos "Protocolos"
e das inúmeras formas do Proteu de Henry Ford.
L. Durand chama ao judaísmo o Polvo Gigante... Cuidado
com os jornais como "A Nota", cujo dono já foi braço direito
dos judeus!...
(11) O contrário justamente do que a imprensa
faz hoje, desmoralizando com o escândalo e a sociedade e os homens
públicos.
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CAPÍTULO XIII
Resumo. - A necessidade do pão quotidiano.
As questões políticas. As questões
industriais. As diversões.
As casas do povo. A verdade é uma só. Os
grandes problemas.
A NECESSIDADE do pão quotidiano impõe
silêncio aos cristãos, e fez deles nossos humildes servidores.
Os agentes tomados entre eles para a nossa imprensa discutirão
por nossa ordem o que nos convier fazer imprimir diretamente em
documentos oficiais, e nós mesmos, durante esse tempo,
aproveitando o rumor provocado por essas discussões, tomaremos
as medidas que nos parecerem úteis e as apresentaremos
ao público como fato consumado. Ninguém terá a audácia
de reclamar a anulação do que tiver sido decidido, tanto
mais quanto será apresentado como um progresso.A imprensa,
aliás, chamará logo a atenção para novas
questões. Temos, como sabeis, homens acostumados a procurar
sempre novidades. Alguns imbecis, acreditando-se instrumentos
de sorte, se lançarão sobre essas novas questões,
sem compreender que nada entendem do que querem discutir(1). As
questões da política não são acessíveis
a ninguém, exceto àqueles que as criaram, há muitos séculos,
e que as dirigem.
Por tudo isso, vereis que, procurando a opinião
da multidão, não fazemos mais do que facilitar a
realização de nossos desígnios, e podeis notar que
parecemos buscar a aprovação de nossos atos, mas de nossas
palavras pronunciadas nesta ou naquela ocasião. Proclamamos
constantemente que, em todas as nossas medidas, tomamos por guia
a esperança unida à certeza de ser úteis ao bem de todos.
Para afastar os homens muito inquietos das questões políticas,
poremos antes das pretensas questões novas questões
industriais. Que gastem sua fúria nesse assunto.As massas
consentirão em ficar inativas, a repousar de sua pretensa
atividade política, (a que nós mesmos as habituamos,
a fim de lutar por seu intermédio contra os governos dos cristãos),
com a condição de ter novas ocupações; nós
lhe inculcaremos mais ou menos a mesma direção política.
A fim de que nada consigam pela reflexão, nós as
desviaremos pelos jogos, pelas diversões, pelas paixões,
pelas casas do povo...Em breve, proporemos pela imprensa concursos
de arte, de esporte, de toda a espécie: esses interesses alongarão
definitivamente os espíritos das questões em que
teríamos de lutar com eles (2). Desabituando-se os homens
cada vez mais de pensar por si, acabarão por falar unânimemente
de nossas idéias, porque seremos os únicos que proporemos
novos rumos ao pensamento...por intermédio de pessoas que se não
suspeite sejam solidárias conosco (3).
O papel dos utopistas liberaiestará definitivamente encerrado,
quando nosso regime for reconhecido. Até lá, nos prestarão
grande serviço. Por isso, impeliremos os espíritos a inventar
toda a espécie de teorias fantásticas, modernas e pretensamente
progressistas; porque teremos virado a cabeça a esses cristãos
imbecis, com pleno êxito, por meio dessa palavra progresso, não
havendo uma só mentalidade entre eles que veja que, sob,
essa palavra, se esconde um erro em todos os casos em que não
se tratar de invenções materiais, porque a verdade é uma
só e não poderia progredir.O progresso, como idéia
falsa, serve para obscurecer a verdade, a fim de que ninguém a
conheça, salvo nós, os eleitos de Deus e sua guarda.
Quando vier o nosso reinado, nossos oradores raciocinarão
sobre os grandes problemas que emocionaram a humanidade, para
lavá-la afinal ao nosso regime salutar. Quem duvidará,
então, que todos esses problemas foram inventados por nós
de acordo com um plano político que ninguém adivinhou durante
séculos?
_______________Notas e comentários_______________
(1) "Fujam das novidades", já aconselhava
há muitos séculos um grande papa, S. Diniz, ao patriarca
de Alexandria.
(2) Vêde, como o panorama dos concursos de beleza,
das competições esportivas, dos reides, dos recordes de
velocidade, de tudo quanto nesse setor apregoa retumbantemente
a imprensa, afasta a maioria do povo dos assuntos sérios, da meditação
sobre seus próprios interesses que são os interesses
da pátria.
(3) O Sr. Geraldo Rocha, que hoje combate os judeus,
foi quem introduziu no Brasil os concursos de Rainha de Beleza,
pela "A Noite", de parceria com o judeu de Waleffe...
Vêde como os concursos, hoje, em plena voga, concursos de toda
a espécie, foram anunciados com décadas de antecedência. É
notável! E ainda há coragem para negar a autenticidade
dos "Protocolos"!
(3) Algumas mesmo fingem atacar o judaísmo.
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CAPÍTULO XIV
Resumo.- A religião do futuro. A servidão
futura.
Impossibilidade de conhecer os mistérios da religião
do porvir.
A pornografia e o futuro da palavra impressa.
QUANDO vier nosso reino, não reconheceremos
a existência de nenhuma outra religião(1) a não
ser a de nosso Deus Único, com a qual nosso destino está
ligado, porque somos o Povo Eleito, pelo qual esse mesmo destino
está unido aos destinos do mundo.Por isso, devemos destruir
todas as crenças. Se isso faz nascer os ateus contemporâneos,
esse grau transitório não prejudicará nossa
finalidade, mas servirá de exemplo às gerações que
ouvirão nossas prédicas sobre a religião de Moisés,
cujo sistema estóico e bem concebido terá produzido
a conquista de todos os povos. Feremos ver nisso sua verdade mística,
em que, diremos, repousa toda a sua força educativa.Então
publicaremos em todas as ocasiões artigos em que compararemos
nosso regime salutar com os do passado. As vantagens do repouso
obtido após séculos de agitação porão em
relevo o caráter benéfico de nosso domínio. Os erros
das administrações dos cristãos serão descritos
por nós com as cores mais vivas. Excitaremos tal repugnância
por eles que os povos preferirão a tranquilidade da servidão
aos direitos da famosa liberdade que tanto tempo os atormentou,
que lhes tirou os meios de vida, que os fez serem explorados por
uma tropilha de aventureiros, os quais nem sabiam o que estavam
fazendo...As inúteis mudanças de governo a que impelimos
os cristãos, quando minávamos seus edifícios
governamentais, terão de tal jeito fatigado os povos que
preferirão tudo suportar de nós ao risco de novas
agitações. Sublinharemos muito particularmente os erros
históricos dos governos cristãos, que por falta
dum bem verdadeiro, atenazaram durante séculos a humanidade, na
busca de ilusórios bens sociais, sem dar fé que seus projetos
somente faziam agravar, ao invés de melhor, as relações
gerais da vida humana.
Nossos filósofos discutirão todos os defeitos das
crenças cristãs, mas ninguém poderá discutir jamais
nossa religião, de seu verdadeiro ponto de vista, por que
ninguém a conhecerá a fundo, salvo os nossos, os quais
nunca ousarão trair seus segredos...
Nos países que se denominam avançados, criamos uma literatura
louca, suja, abominável. Estimulá-la-emos ainda
algum tempo após nossa chegada ao poder, a fim de bem fazer
ressaltar o contraste de nossos discursos e programas com essas
torpezas...
Nossos Sábios, educados para dirigir os cristãos,
comporão discursos, projetos, memórias, artigos,
que nos darão influência sobre os espíritos e nos
permitirão dirigí-los para as idéias e conhecimentos
que quisermos impor-lhes.
_______________Notas e comentários_______________
(1) É o que já se dá na Rússia.
Num discurso célebre de Stálin, genro do judeu Kaganovitch,
dono do antigo Império do Czar, o atual Czar Vermelho, disse:
"Em 1º de maio de 1937, não deverá haver nenhuma
igreja mais em toda Rússia. A idéia de Deus deverá
ser desprezada como um resto da Idade-Média, como um instrumento
que serviu de opressão ao proletariado."
(2) Está veladamente assinalado aqui, sob os véus enganadores
da religião de Moisés, o mamonismo, o culto do Anticristo,
que começa na Rússia com as romarias ao túmulo de
Lenine, junto ao qual, segundo documentos citados por Salluste,
em "Les origenes sécrètes du bolchevisme", já se fizeram
até sacrifícios sangrentos (** veja a respeito em Jewish
Ritual Murder**). Valéry-Radot em "Les temps de la colère", descobre
na religião que o judaísmo quer impor ao mundo "certa
sedução tenebrosa, mais poderosa e mais oculta..."
A surata 20 do capítulo LXIII do Corão declara,
referindo-se aos judeus: "Satan apoderou-se deles. Eles formam
o partido de Satan". Não são o único povo
deicida?... Dá o que pensar!...
índice
CAPÍTULO XV
Resumo. Golpe de Estado mundial em um dia. As condenações
à morte.
A futura sorte dos franco-maçons cristãos.
O caráter místico do poder.
Multiplicação das lojas maçônicas. A administração
central dos Sábios.
A questão Azef.A franco-maçonaria é o guia
de todas as sociedades secretas.
A importância do êxito público.O coletivismo.
As vítimas. As condenações à morte
de franco-maçons. Queda do prestigio das leis e
da autoridade. A pre-eleição.
Brevidade e clareza das leis do reino futuro.Obediência
à autordade.
Medidas contra o abuso de poder.Crueldade das punições.
limite de idade para os juízes. O liberalismo
deo juízes e do poder.
O dinheiro mundial.O absolutismo da franco-maçonaria.Direito
de cassação.
O "aspecto" patriarcal do futuro "governo". O direito
do mais forte como direito único.
O rei de Israel é o patriarca do mundo
Quando , afinal, começarmos a reinar com o auxílio
de golpes de estado preparados em toda parte para o mesmo dia,
depois da confissão dae nulidade de todos os governos existentes
(ainda passará muito tempo antes disso, talvez um século),
providenciaremos para que não haja conspiratas contra nós.
Para esse efeito, condenaremos à morte todos os que receberem
nosso advento de armas em punho. Toda nova criação de qualquer
sociedade secreta será punida com a morte. Aquelas que
ora existem, que conhecemos , que nos serviram e que ainda nos
servem, serão abolidas e somente permitidas nos continentes
afastados da Europa. Assim, trataremos os franco-maçons cristãos
que saibam demasiado; os que pouparmos por qualquer razão
viverão no perpétuo temor do exílio para essas regiões(1).
Publicaremos uma lei, segundo a qual os antigos membros das sociedades
segretas deverão deixar a Europa, centro de nosso governo.(2)
As decisões de nosso governo serão definitivas e
sem apelo.
Nas sociedades cristãs em que semeamos tão profundas
raízes de dissenção, e protestantismo(no sentido
de protesto) , só se pode restabelecer a ordem por meio
de medidas cruéis, que demonstrem a inflexibilidade do poder:
é inútil prestar atenção às vitimas que caiam em
holocausto ao bem futuro. O dever de todo governo que reconhece
que existe não é somente gozar seus privilégios, mas exercer
seus deveres e alcançar o bem, embora à custa dos maiores sacrifícios.Para
um governo ser inabalável, é preciso reforçar a auréola
de sua força, o que só se obtém mediante a majestosa inflexibilidade
do poder, que deve possuir os sinais duma inviolabilidade mística,
da escolha feita por Deus. Assim era até seus últimos tempos
a autocracia russa- nosso único inimigo sério no mundo
inteiro, com o papado.(3). Lembrai-vos o exemplo da Itália,
ensopada de sangue, não ousando tocar em um cabelo de Sila,
que derramara esse sangue : Sila estava divinizado pelo seu poder
aos olhos do povo, martirizado por ele, e sua volta audaciosa
à Itália o tornava inviolável... O povo não
toca naquele que o hipnotiza pela sua coragem e fortaleza de alma(4).
Mas, esperando nosso advento, criaremos e multiplicaremos , pelo
contrário, as lojas maçônicas em todos os países
do mundo, atraindo para elas todos os que são ou possam
ser agentes proeminentes.Essas lojas formarão nosso principal
aparelho de informações e o meio mais influente de nossa
atividade.Centralizaremos todas essas lojas em uma administração
que somente nós conheceremos, composta pelos nossas Sábios.
As lojas terão seu representante, atrás do qual
estará escondida a administração de que falamos,
e será esse representante quem dará a palavra de
ordem e o programa.Formaremos nessas lojas o núcleo de
todos os elementos revolucionários e liberais.Elas serão
compostas por homens de todas as camadas sociais. Os mais secretos
projetos políticos ser-nos-ão concedidos e cairão
sob a nossa direção no próprio momento em que apareçam.
No número dos membros dessas lojas se incluirão
quase todos os agentes da polícia nacional e internacional,
como na questão Azef, porque seu serviço é insubstituível,
para nós, visto como a polícia, pode não
só tomar medidas contra os recalcitrantes, como cobrir
nossos atos, criar pretextos de descontentamentos, etc... Aqueles
que entram para as sociedades secretas são ordinariamente
ambiciosos, aventureiros, e em geral, homens na maioria levianos,
com os quais não teremos grande dificuldade em nos entendermos
para realizar nossos projetos. (5).
Se se verificarem desordens, isto significará que tivemos
necessidade de perturbações, para destruir uma solidariedade
demasiado grande. Se houver um conspirata no seu seio, o chefe
da mesma somente poderá ser um de nossos mais fiéis serivdores.É
natural que sejamos nós e ninguém mais quem conduza os
negócios da franco-maçonaria, poruqe nós sabemos
aonde vamos, conhecemos a finalidade de toda a ação, enquanto
que os cristãos nada sabem, nem mesmo o resultado imediato;
geralmente se contentam com um êxito momentânteo de amor próprio
na execução de seu plano, sem mesmo dar fé que esse plano
não provém de sua iniciativa, mas que lhes foi por nós
sugerido.
Os cristãos entram nas lojas por curiosidade ou com a esperança
de comer uma fatia do bolo público com nosso auxílio,
alguns até para ter a possibilidade de exprimir diante duma assistência
seus sonhos irrealizáveis e sem base: têm a sede da emoção,
do êxito e dos aplausos, que nós dispensamos sempre sem
avareza.Nós lhes damos esse êxito para aproveitar o contentamento
próprio que dele resulta e graças ao qual os homens aceitam
nossas sugestões sem se dar conta disso, plenamente persuadidos
que exprimem em sua infalibilidade suas idéias e que são
incapazes de se apropriarem das dos outros...Não podeis
imaginar como se podem levar os cristãos mais inteligentes
a uma ingenuidade inconsciente, com a condição de torná-los
contentes com eles mesmos, e , ao mesmo tempo, como é fácil
desencorajá-los com o menos revés, embora somente fazendo
cessar os aplausos, o que os obriga a uma obediência servil, a
fim de obter novo triunfo...(6).
Tanto os nossos desdenham esses triunfos, contanto
que realizem nossos projetos, quanto os cristãos estão
prestes a sacrificar seus projetos, contanto que consigam o êxito.
Essa psicologia facilita considerávelmente a tarefa de
dirigí-los. Esses tigres na aparência tem almas de carneiro
e suas cabeças são inteiramente vazias. Demos-lhes, como
isca, o sonho da absorção da individualidade humana na
unidade simbólica do coletivismo.Ainda não desconfiaram
nem desconfiarão tão cedo que essa isca é uma evidente
violação da mais importante das leis da natureza, que fez,
desde o primeiro dia da Criação, cada ser diferente dos
outros, precisamente porque afirma sua individualidade (7).
O fato de os termos podido conduzir a essa loucura e cegueira
prova com a maior clareza como seu espírito é pouco desenvolvido
em relação ao nosso? Essa circunstância é a maior garantia
de nosso êxito. Como nossos antigos sábios foram clarividentes,
dizendo que, para atingir um fim, não se devem olhar os
meios e contar o número de vítimas sacrificadas!
Não temos contado as vítimas dos brutos cristãos
e, embora tenhamos sacrificado muitos dos nossos, demos na terra
ao nosso povo um poder com que ele nunca ousara sonhar. As vítimas
relativamente pouco numerosas dos nossos o têm preservado de sua
perda.
A morte é o fim inevitável de todos. Vale mais acelerar
o fim daqueles que põem obstáculo à nossa obra do
que o nosso, pois que criamos essa obra. Daremos a morte aos franco-maçons
de maneira que ninguém, salvo seus irmãos, possa desconfiar,
nem mesmo as próprias vítimas de nossas condenações;
morrerão todos, quando se tornar necessário, como
se fosse de doença natural...(8)Sabendo disso, a própria
confraria não ousará protestar.Essas medidas extirparão
do seio da franco-maçonaria todo germe de protesto. Pregando aos
cristãos o liberalismo, mantemos nosso povo e nossos agentes
numa obediência completa.
Graças à nossa influência, a execução das leis dos cristãos
está reduzida ao mínimo. O prestígio das
leis foi minado pelas interpretações liberais que nelas
introduzimos.Nas causas e questões de política e
princípio, os tribunais decidem, como lhes prescrevemos,
vendo as cousas pela face que lhes apresentamos.Servimos-nos para
isso do intermédio de pessoas com as quais ninguém pensa que tenhamos
nada de comum, da opinião dos jornais e de outros meios
ainda. Os próprios senadores e a administração superior
aceitam cegamente nossos conselhos. O espírito puramente
animal dos cristãos não é capaz de análise
e de observação, ainda menos de prever aonde podem levar
certos modos de apresentar uma questão.(9).
É nessa diferença de aptidão , para pensar, entre
nós e os cristãos que se pode ver claramente o sinal
de nossa eleição e a marca de nossa humanidade.O espírito
dos cristãos é instintivo, animal. Eles vêem , mas não
prevêem e não inventam, salvo as cousas materiais. Vê-se
por aí com a maior clareza que a própria natureza
nos destinou para dirigir e governar o mundo.
Quando chegar o tempo de governarmos abertamente e de mostrarmos
os benefícios de nosso governo, refaremos todas as legislações:
nossas leis serão breves, claras, inabaláveis, sem
comentários, tanto que todos as poderão conhecer
bem. O traço predominante dessas leis será a obediência
às autoridades levada a um grau grandioso.Então, todos
os abusos desaparecerão em virtude da autoridade superior
do representante de todos até o último perante a autoridade
superior do representante do poder. Os abusos o poder dos funcionários
inferiores serão punidos tão severamente que cada
um deles perderá a vontade de tentar a experiência.Seguiremos
com um olhar inflexível cada ato da administração
de que dependa a marcha da máquina governamental, porque
a licença na administração produz a licença universal:
todo caso de ilegalidade ou abuso será punido de maneira
exemplar. O roubo, a cumplicidade solidária entre funcionários
administrativos desaparecerão após os primeiros
exemplos dum castigo rigoroso(10).A auréola de nosso poder exige
punições eficazes, isto é, cruéis, a menor infração
das leis, porque qualquer infração atinge o prestígio
superior da autoridade.O condenado severamente punido será
como um soldado que tombou no campo de batalha administrativo
pela Autoridade, os Princípios e a Lei, que não
admitem que o interesse particular domine a função pública,
mesmo por parte daqueles que dirigem o carro da sociedade.Nossos
juízes saberão que, querendo gabar-se da tola misericórdia,
violam a lei da justiça, instituída para edificar os homens,
castigando os crimes, e não para que juízes mostrem
a sua generosidade.É permitido dar provas dessas qualidades
na vida privada, mas não na vida pública, que é
como que a base dde educação da vida humana.
Nosso pessoal judiciário não poderá servir
depois de cinquenta e cinco anos, em primeiro lugar, porque os
velhos são mais arraigados às suas opiniões preconcebidas
e menos aptos a obedecer às novas ordenações, em segundo
porque isso nos permitirá mais facilmente renovar esse
mesmo pessoal, o qual , assim, nos ficará mais submetido:
quem quiser conservar seu posto terá de obedecer cegamente,
a fim de merecer esse favor.Em geral, nossos juízes serão
escolhidos por nós somente entre os que saibam bem que
seu papel é punir e aplicar as leis, não fazer liberalismo
em detrimento do Estado, como atualmente os cristãos praticam.As
mudanças servirão ainda para destruir a solidariedade coletiva
da classe, ligando todos aos interesses do governo, do qual dependerá
sua sorte.A nova geração de juízes será educada
de tal modo que considerará inadmissíveis abusos
que possam atingir a ordem estabelecida nas relações de
nossos súditos entre si.
Nos dias que correm, os juízes cristãos, não
tendo uma idéia justa de sua tarefa, são indulgentes para
todos os crimes, porque os atuais governantes, nomeando os juízes
para seus ofícios, não tomam o cuidado de lhes inspirar
o sentimento do dever e a consciência da obra que deles se exige.
Do mesmo modo como um animal manda seus filhotes em busca de uma
persa, os cristãos dão aos seus súditos lugares
de boa renda, sem cuidar de lhes explicar a finalidade desse emprego.Por
isso, seus governos se destróem por suas próprias
forças, pelos atos de sua própria administração.
Tiremos pois, dos resultados desses atos mais uma lição
para o nosso regime. Expulsaremos o liberalismo de todos os postos
importantes de nossa administração, dos quais dependerá
a educação dos subordinados em vista de nossa ordem social.Somente
serão admitidos a esses postos aqueles que forem por nós
educados para o governo administrativo.Podem observar-nos que
a compulsória dos velhos funcionários custará
caro ao tesouro.Responderemos de entrada que se procurará
para eles um emprego particular que substitua o público;
depois, que, estando todo o dinheiro do mundo concentrado em nossas
mãos, nosso governo não pode recear despesas excessivas.
Nosso absolutismo será em tudo coerente.Por isso, nossa
vontade será respeitada e obedecida sem constestação
todas as vezes que dermos ordens. Ela não se peocupará
com nenhum murmúrio, com nenhum descontentamento, castigando
de maneira exemplar toda e qualquer revolta.
Aboliremos o direitode cassação, do qual seremos os únicos
a dispor como governantes, porque não devemos deixar nascer
no povo a idéia de ser possível uma decisão injusta
pronunciada pelos juízes nomeados por nós.Se uma
coisa semelhante acontecer, nós mesmos casasremos a sentença,
porém punindo tão exemplarmente o juiz por não ter
compreendido seu dever e seu papel que isso jamais se repertirá.Repito
mais uma vez que conheceremos cada passo de nossa administração,
vigiando bem para que o povo fique contente conosco, porque ele
tem o direito de exigir dum bom governo bons funcionários.
Nosso governo assumirá o aspecto duma tutela patriarcal,
manifestando-se de modo paternal. Nosso povo e nossos súditos
verão nele um pai que cuida de todas as necessidades, de
todos os atos, de todas as relações recíprocas dos
súditos entre si, assim como de suas relações com
o governo.Então, perpetrar-se-ão de tal modo desse
espírito que lhes será impossível passar
sem essa tutela e essa direção, se quiserem viver em paz,
tranquilos; reconhecerão a autocracia de nosso governo
com uma veneração vizinha da adoração, sobretudo
quando se convencerem que nossos funcionários não
substituem nosso poder pelo seu e somente executam ordens cegamente.
Ficarão satisfeitos conosco por termo regulado sua vida
como fazem os pais prudentes que querem criar os filhos no sentimento
do dever e da obediência. Porque os povos, em relação aos
segredos de nossa política, são crianças, são
eternamente menores, assim como seus governos...
Como vêdes, fundo o nosso despotismo sobre o direito e o dever:
o direito de exigir o cumprimento do dever é o primeiro dever
dum governo que seja o pai de seus governados.Ele tem o direito
do mais forte e deve usá-lo para dirigir a humanidade para
a ordem estabelecida pela natureza, isto é, para a obediência.
Tudo obedece no mundo, senão aos homens, pelo menos às
circunstâncias ou à sua própria natureza e, em todo caso,
ao mais forte. Sejamos, portanto, o mais forte para o bem(11).
Deveremos saber, sem hesitar, sacrificar alguns indivíduos
isolados, violadores da ordem estabelecida, porque há uma
grande força educativa no castigo exemplar do mal.
Se o rei de Israle puser sobre asua cabeça sagrada a coroa que
a Europa lhe oferecerá, tornar-se-á o partiarca
do mundo. As vítimas necessárias, feitas por ele,
em obediência à utilidade, jamais atingirão o número
das vítimas oferecidas durante séculos à loucura das grandezas
pela rivalidade dos governos cristãos.
Nosso rei estará em constante comunhão com o povo;
dirigir-lhe-á discursos de tribuna, que logo a fama espalhará
pelo mundo inteiro.
_______________Notas e comentários_______________
(1) Os cristãos deviam seguir estas regras
de conduta para se defenderem.Mas se o tentarem, a imprensa judaizada
clamará contra as crueldades e a tirania.
(2) É o que esperam os maçons cúmplices
e servos dos judeus. Cf. Henry Robert Petit, "Le drame maçonnique",
Paris, 1936.
(3) Por isso, tudo foi feito para derrubar o Czar
e tudo será feito para derrubar o Papa... Mas as Portas
do Inferno não prevalecerão contra a Igreja de Cristo,
está escrito!...
(4) Lenine foi um desses hipnotizadores. Leia-se
em Henry Robert Petit, op. cit., o capítulo sobre o hipnotismo
maçônico. É de estarrecer!
(5) Grande número de maçons faz parte da Maçonaria ingenuamente,
julgando tratar-se de uma associação de estudos ocultos
ou de caridade. São verdadeiros títeres nas mãos
dos iniciados, como estes o são na mão dos judeus
ocultos no fundo indevassável do segredo. Basta, para convencer-se
disso, ler: "Der Tempel der Freimaurer" ("O templo dos maçons"),
do dr. K. Lerich : Eckert, "La Franco-Maçonnerie dans sa veritable
signification", trad. Gyr, Liège, 1854 ; P. Deschamps, "Les sociétés
sécrètes", Paris, 1883 ; Crétineau Joly, "L'Eglise avant la Revolution";
Clavel, "Histoire pittoresque de la Franco-Maçonnerie", Paris,
1843 ; Kauffmann & Cherpin, "Histoire philosophique de la
Franc-Maçonnerie", Lion, 1856; Schnab, "Os judeus e a maçonaria",
Sumário dos arquivos israelitas para o ano de 5650 (1889-1890).
Saint-André, "Franc-maçons et juifs", Paris, 1880; Copin-Albancelli,
"La Franc-Maçonnerie, instrument de la juiverie"; Ab. Chabaudy,
"Les juifs nos maitres", Paris, 1883; Schwartz. "Bostunitsch -
Indischer Imperialismus" e as obras de Léon de Poncins.
Cf. "Varieté Israelite", 1865 : " O espírito da maçonaria
é o espírito do judaísmo nas suas crenças mais fundamentais".
Isaac White, "The israelite", 1886: "A maçonaria é uma instituição
judaica". Findel, maçon e judeu, "Die Iuden als Freimaurer" ("O
judeu na maçonaria") : " O judaísmo se apresenta como o
poder dominante a quem a maçonaria deve submeter-se". Bernard
Lazare, "L'Antisémitisme", vol II, pág. 196: "houve judeus
no próprio berço da franco-maçonaria, judeus cabalistas,
como prova a conservação de certos ritos. Provavelmente,
durante os anos que precederam a revolução francesa os
judeus entraram em grande número nos conselhos dessa sociedade
e eles próprios fundaram sociedades secretas.""
Como queríamos demonstrar.
(6) Que os maçons leiam isso, os maçons ainda não
de todo corrompidos, que meditem na condenação da maçonaria,
com excomunhão maior, por dez Papas, a qual não
seria imposta pela Santa Sé levianamente, e abjurem a seita que
deles faz, contra suas pátrias, instrumentos cegos do judaísmo
sem pátria!
A maçonaria é condenada pelo Evangelho em dois lugares: São
João, III, 20 e 21 : "Quem pratica o mal odeia a luz, com
medo de que suas obras sejam observadas. Mas aquele que segue
a verdade vem à luz, de modo que suas obras sejam manifestadas,
porque elas são feitas em Deus" ; Idem, XVIII, 20: "Falei
publicamente ao mundo; sempre ensinei na sinagoga e no templo
perante todos os judeus e nada disse em segredo."O padre d'Abelly,
no seu "Traité des Herésies", de 1641, à pág. 48, diz que
"a obrigação do segredo" sempre foi a marca distintiva
dos heréticos. Clemente XII condenou a maçonaria pela encíclica
"In Eminenti" de 28 de abril de 1738; Bento XIV, pela "Providas",
de 18 de maio de 1751; Pio VII, pela "Eclesiam", de 13 setembro
de 1821. Leão XII, pela Constituição Apostólica
"Quo Graviora", de 13 de março de 1829; Pio VIII, pela encíclica
"Traditti", de 14 de maio de 1829; Pio IX, pela Alocução
Consistorial de 25 de setembro de 1865; Leão XIII, pela
encíclica "Humanum Genus", de 20 de abril de 1884; Pio
X, quando cardeal Sarto, dirigindo-se à mocidade italiana em 1896.
"A seita infame" a serviço do judaísmo está anatematizada
pela Igreja e a nenhum católico é lícito penetrar
pelos umbrais das lojas excomungadas.
(7) Seria conveniente verificar no artigo de A.
de Senger "L'Architeture en Péril", publicado pela "La Libre Parole",
no folheto "L'Esprit Noveau", em 1934, como o comunismo judaico
arrasa tudo e tudo nivela. A casa que abrigava a família
passa a ser "a máquina de morar".Todas as tradições
de arte são banidas, menos a dos negros e a dos sovietes,
isto é, as bárbaras...
(8) A Agua Toffana com que a maçonaria matava
outrora ficou célebre. Lendo-se "Les morts mystérieuses", de Albert
Monniot fica-se edificado. A documentação desse autor é
irrespondível. A maior parte dos homens públicos
que morrem subitamente foi tirada do caminho por aqueles a quem
estava atrapalhando...
(9) É possível negar esta evidência,
cada vez maior?
(10) Têm-se visto os exemplos desse castigo na Rússia
bolchevizada e em mãos dos judeus.
(11) As forças morais são tão importantes
que mesmo os que as negam e só admitem a força, como o
autor ou autores dos "Protocolos", as invocam, fingindo que se
baseiam no bem geral, a fim de justificar seus planos monstruosos!...
A palavra de Roma já nos preveniu contra o engodo, como
vimos anteriormente.
índice
CAPÍTULO XVI
Resumo.- As universidades tornadas inofensivas.
O classicismo substituído. A educação
e a profissão. Propaganda da autoridade
do "Governo" nas escolas.Abolição do ensino
livre. As novas teorias.
A independência do pensamento. O ensino pela imagem.
A FIM de destruir todas as forças coletivas, exceto
as nossas, suprimiremos as universidades, primeira etapa do coletivismo,
e fundaremos outras com um novo espírito. Seus reitores
e professores serão preparados secretamente para a sua
tarefa por meio de programas de ação secretos e minunciosos,
dos quais se não poderão afastar uma linha. Serão
nomeados com uma prudência muito especial e serão inteiramente
dependentes do governo (1).
Excluímos do ensino o direito cívico,
assim como tudo o que concerne às questões políticas.
Essas matérias serão ensinadas a algumas dezenas de pessoas,
escolhidas por suas faculdades eminentes. As universidades não
devem deixar sair de seus muros fedelhos que formem projetos de
constituição, como se compusessem coméidas ou tragédias,
e que se ocupem de questões políticas que seus próprios
pais nunca entendeream. O mau conhecimento que a maioria dos homens
tem das questões políticas faz deles utopistas e
maus cidadãos; podeis verificar o que a educação
geral fez dos cristãos. Foi preciso que introduzíssemos
em sua educação todos os princípios que tão
brilhantemente enfraqueceram sua ordem social. Mas quando estivermos
no poder, afastaremos da educação toidas as matérias de
ensino que possam causar perturbação e faremos da mocidade
crianças obedientes às autoridades, amando quem os governa, como
um apoio e uma esperança de tranquilidade e de paz.
Substituiremos o classicismo, assim como todo o estudo da história
antiga, que apresenta mais maus exemplos do que bons, pelo estudo
do programa do futuro.Riscaremos da memória dos homens
todos os fatos dos séculos passados que não forem agradáveis,
somente conservando dentre eles os que pintem os erros dos governos
cristãos(2). A vida prática, a ordem social natural,
as relações dos homens entre si, a obrigação de
evitar os maus exemplos egoístas, que espalham a semente
do mal e outras questões semelhantes de caráter
pedagógico ficarão no primeiro plano do programa
de ensino, diferente para cada profissão e que não
generalizará o ensino sob pretexto algum.Esse modo de encarar
a questão tem uma importância especial.
Cada classe social deve ser educada conforme o destino e a tarefa
que lhes são próprias(3). Os gênios acidentais sempre
souberam e sempre saberão infiltrar-se nas outras classes;
porém deixar penetrar em classes estranhas genrte sem valor, permitindo-lhe
tomar os lugares que pertencem a essas classes pelo nascimento
e pela profissão, por causa desses casos excepcionais,
é rematada loucura. Sabeis bem como tudo isto acabou para os cristãos,
que consentiram em tão berrante monstruosidade.
Para que o governo tenha o lugar que lhe compete nos corações
e nos espíritos de seus súditos,é necessário,
enquanto durar, ensinar na todo o povo, as escolas e na praça
pública, qual qual a sua importância, quais os seus deveres
e como sua atividade produz o bem do povo.
Aboliremos todo ensino livre(4).Os estudantes terão o direito
de se reunirem a seus pais, como em clubes, nos estabelecimentos
escolares: durante essas reuniões, nos dias de festa, os
professores farão conferências, na aparência livres, sobre
as relações dos homens entre si, sobre as leis da imitação,
sobre as desgraças provocadas pela concorrência ilimitada, enfim
sobrer a filosofia das novas teorias, ainda ignoradas pelo mundo.Faremos
dessas teorias um dogma e dele nos serviremos para conduzir os
homens à nossa fé. Quando eu tiver terminado a exposição
de nosso programa de ação no presente e no futuro, dir-vos-ei
quais as bases dessas teorias.
Em uma palavra, sabendo pela experiência de muitos séculos que
os homens vivem e se dirigem pelas idéias, que essas idéias somente
sãao inculcadas aos homens pela educação, ministrada
com êxito igual em todas as idades por processos diferentes, bem
entendido, absorveremos e adotaremos, em nosso proveito, os derradeiros
clarões da independência de pensamento, que de há
muito já dirigimos para as matérias e idéias de que carecemos.O
sistema de repressão do pensamento já está
em vigor no método denominado ensino pela imagem, que deve transformar
os cristãos em animais dóceis, que não pensam
e esperam a representação das cousas e imagens, a fim de
compreendê-las...(5). Na França, um de nossos melhores agentes,
Burgeois, já proclamou o novo programa de educação
pela imagem.(6).
_______________Notas e comentários_______________
(1) Vimos no Brasil, como exemplo, a Universidade
do Distrito Federal, fundada para fins dissolventes e judaicos.
Seus mentores e professores foram preparados judaicamente no estrangeiro,
a fim de imporem à mocidade carioca a orientação que lhes
traçaram seus mestres. O fenômeno se tem repetido por toda a parte.
Em S. Paulo, o judeu Roberto Simonsen, magnata dos grandes negócios
de café, inaugura e orienta a Escola Livre de Sociologia e Política,
onde vai instilando o sutil e perfumado veneno de suas teorias.
V. "Diário de S. Paulo", 15 de abril de 1936.
(2) A história com esse sentido mentiroso,
falso e caluniador já vem sendo de longa data feita pelo
judeu, que quer apagar a memória da experiência e dos feitos
dos povos cristãos. Seu ideal é transformá-los em
gado, e gado não tem história... "Substituiremos
o classicismo", dizem os "Protocolos". Por que? Responde claramente
o judeu Pierre Paraf, em "Israel", 1931, pág. 162: "O classicismo
marca evidente regresso à tradição católica".
(3) Criação de compartimentos estanques e
limitação da inteligência pela particularização.
(4) O contrário do que pregam hoje. Ainda
acima se citou uma escola livre do judeu Simonsen...É o
cúmulo!...
(5) Todo o sistema de educação é hoje conduzido
no sentido prescrito nos "Protocolos". Os olhos, os ouvidos e
as mãos aprendem maquinalmente, anulando-se pouco a pouco
o trabalho do cérebro. O judeu Benjamin Cremieux ataca e critica
isso no seu livro "Inquiétude et reconstruction". Há judeus
com alguma consciência.
(6) Nas traduções alemã (pág.
121), americana (pág. 56), polonesa e russa de 1920, aparece
o nome de Bourgeois. Na Inglesa (pág. 63), está
Bouscy. A verdadeira leitura, segundo os comentários do
Monsenhor Jouin, é mesmo Bourgeois. "Os Protocolos", na verdade,
referem-se a Léon Bourgeois, Presidente do Senado Francês e
da Liga das nações, Ministro da Instrução Pública
no Gabinete Brisson, em 1898, grande propugnador de iniciativas
pedagógicas e do ensino leigo.
Sua ação pública combina com as finalidades
dos "Protocolos".
índice
CAPÍTULO XVII
Resumo. - O foro. A influência dos padres cristãos.A
liberdade de consciência.
O rei dos judeus, patriarca e papa.Meios de luta
contra a Igreja atual.
Problemas da imprensa contemporânea.Organização
da polícia.
A polícia voluntária.A espionagem
pelo modelo da sociedade judaica.Os abusos do poder.
O FORO cria homens frios, cruéis, cabeçudos, sem
princípios, que em todos os momentos, se colocam num terreno
impessoal, puramente legal.Estão habituados a tudo empregar
no interesse da defesa de seus clientes e não para o bem
da sociedade.Geralmente , não recusam causa alguma, procurando
obter absolvições a todo o preço, recorrendo às sutilezas
da jurisprudência: assim, desmoralizam os tribunais. Permitindo
essa profissão dentro de limites estritos, faremos de seus
membros, para evitar aquele mal, funcionários executivos.Os
advogados serão privados, assim como os juízes,
do direito de comunicar com os demandistas; receberão as
causas no tribunal, analisá-las-ão conforme os pareceres
e os documentos dos autos, defenderão os clientes depois
de seu interrogatório pelo tribunal, uma vez esclarecidos
os fatos, e receberão honorários independentemente
da qualidade do processo.Deste modo, teremos uma defesa honesta
e imparcial, guiada não pelo interesse, mas pela convicção.
Isto suprimirá, entre outras cousas, a atual corrupção
dos assessores, que não consentirão mais em dar
ganho de causa somente a quem paga.
Já tomamos as providências para desacreditar a classe dos
padres cristãos, desorganizando, assim, sua missão,
que, atualmente, poderia atrapalhar-nos bastante. Sua influência
sobre os povos mingua dia a dia. Por toda a aprte foi proclamada
a liberdade de consciência.Por conseguinte, somente um número
de anos nos separa ainda da completa ruína da religião
cristã; acabaremos mais facilmente ainda com as outras
religiões, porém ainda é muito cedo para falar disso.Poremos
o clericalismo e os clericais num âmbito tão estreito que
sua influência será nula em comparação à que outrora
tiveram.
Quando chegar o momento de destruir definitivamente a corte papal,
o dedo de uma mão invisível apontá-la-á
aos poos. Mas, quando os povos se lançarem sobre ela, nós
apareceremos como seus defensores, a fim de não permitir
o derramamento de sangue. Com essa manobra, penetraremos no seio
da praça e dela só sairemos quando a tivermos completamente
arruinado (1).
O rei dos judeus será o verdadeiro papa do universo, o
patriarca da Igreja Internacional.
Mas, enquanto não tivermos educado a mocidade nas novas
crenças de transição, depois na nossa,não tocaremos
abertamente nas Igrejas existentes, sim lutaremos contra elas
pela crítica, excitando as dissensões.
Em geral, nossa imprensa contemporânea desvendará os negócios
do Estado, as religiões, a incapacidade dos cristãos
e tudo isso em os termos mais desaforados, a fim de desmoralizar